PROMAD Jr. - Consultoria e Projetos

(15) 3524-9100 | Ramal:9183

(15) 99823-3958

  • Black Facebook Icon
  • Black Instagram Icon

Rua Geraldo Alckmin, 519,

Vila N. Srª. de Fátima -Itapeva, SP

  • Antonio Saad

Mulheres Empreendedoras


As mulheres estão empreendendo mais que os homens no Brasil.

Já se foi o tempo em a mulher não tinha espaço no mundo dos negócios, ou o tempo que empreender era algo designado aos homens; Hoje no Brasil, as mulheres estão empreendendo mais que os homens.

Segundo a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, realizada no ano de 2016 e coordenada no o Brasil pelo Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), a maior parte dos países apresenta supremacia masculina no desenvolvimento o de novos empreendimentos. No entanto, o Brasil se encontra como uma exceção, apresentando as taxas mais balanceadas de empreendedores entre homens e mulheres.

No Brasil a TEA (taxa de empreendedorismo inicial) é de 19,9% para mulheres e 19,2% para homens o que pode ser considerado uma distribuição bastante equilibrada. Este dado demonstra a importância das mulheres para a formação da TEA. A tabela a seguir mostra as taxas especificas de empreendedorismo para alguns países, por gênero.

A igualdade de gênero diminui quando são analisadas as taxas específicas de empreendimentos estabelecidos (TEE), para negócios com mais de 42 meses de funcionamento. em todos os países listados a participação dos homens é maior. Veja a tabela a seguir sobre TEE.

Apesar de a taxa TEE para mulheres estarem menor que a dos homens, estes percentuais já se encontraram muito maiores do que os atuais, mostrando que cada as mulheres estão empreendendo mais do que os homens nos anos que passam.

Esta análise, mostra que as mulheres brasileiras conseguem criar novos negócios na mesma proporção que os homens, porém ainda enfrentam mais dificuldades para fazer seus empreendimentos prosperarem. Tal fenômeno pode estar associado às condições relatadas pelas empreendedoras brasileiras como: preconceito de gênero; menor credibilidade pelo fato de o mundo dos negócios ser mais tradicionalmente associado a homens; maior dificuldade de financiamento; e dificuldade para conciliar demandas da família e do empreendimento.

Em 2016, enquanto 49% das empreendedoras concentravam-se em quatro atividades, 50% dos homens atuavam em nove segmentos. Elas distribuíam-se nos setores de serviços domésticos (13,5%), cabeleireiros ou tratamento de beleza (12,6%), comércio varejista de vestuário e acessórios (12,3%) e catering e bufê (10,3%).

A pesquisa do Sebrae ainda traça um perfil dessas mulheres. De acordo com o estudo, 40% delas têm até 34 anos, já entre os homens, esse número cai para 36%. E apesar delas serem mais escolarizadas, ainda ganham menos: 73% recebem até três salários mínimo, contra 59% do universo masculino.

A pesquisa GEM é parte do projeto Global Entrepreneurship Monitor, iniciado em 1999 com uma parceria entre a London Business School e o Babson College, abrangendo dez países no primeiro ano. Em 2016, participaram 65 países, cobrindo 70% da população global e 83% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. No Brasil, a pesquisa é feita desde 2000 e, no ano passado, foram entrevistados 2 mil adultos entre 18 e 64 anos de todas as regiões do país, e 93 especialistas em empreendedorismo.

FONTE: SEBRAE


44 visualizações
Encontre a solução que você procura!